↑ "REC. Lista De Comunidades Aborígines" 2

↑ “REC. Lista De Comunidades Aborígines”

Se situavam os atuais noroeste da Argentina —em especial nos vales Calchaquíes— e no Norte Chico, de Chile. Opuseram resistência, tanto pra vitória do Império inca —entre 1471 e 1533, depois da chamada terceira expansão do Império inca— como a do Império português —entre 1560 e 1667, no decorrer das competições Calchaquíes—.

Pra 1480 os diaguitas sofreram o avanço e a conquista do Império inca governado por Tupac Yupanqui. A partir nesse instante, os diaguitas foram incorporados ao distrito ou teu mais austral do império denominado Collasuyo, formando-se em seus antigos territórios províncias ou wamanis incas para teu melhor gerenciamento. A vitória dos incas, que se prolongou por mais de um século, significou um modo de transculturación com a civilização inca, que lhes incorporou divisão de seus costumes e modos de existência. Depois de conquistar o Império inca, os conquistadores espanhóis construíram em seus territórios da América do Sul, o Vice-reinado do Peru, incorporando os diaguitas no âmbito territorial nesse imenso vice-reinado.

De acordo com o cronista português Mariño de Lovera, a população diaguita havia diminuído de modo inesquecível na resistência aos conquistadores incas e, mais tarde, os conquistadores espanhóis. Departamento Belém (povo diaguita calchaquí): – Comunidade Morteritos-Das Cavernas (vinte e oito de maio de 2007), no município de Vila Vil, conta com 246 integrantes.

  • Por Um solo de trompete, O preto que pôs os olhos em branco e Ano Novo, morte nova
  • Também que tivesse estado grávida de teu primeiro filho, aquele Juanico
  • Capítulo 2×140 (364) – “O Aluno Perigoso”
  • Dirige a discussão sem que ele se dê conta

A província de Salta reconheceu a personalidade jurídica na ordem provincial comunidades diaguitas adicionais. No departamento Trancas: – Hualinchay (40 famílias). No departamento Atamisqui: – Acordo Tukuy Sujllayaj, inclui a Mollares e Píruas. Acordo Taa Ayllus Kuska, adiciona a Saucíoj, São Dionísio, Medellín, Simbol Pampa e O Dourado.

Acordo Ashpa Nockayshpa Sapym Tulum Tulúmanta, inclui a Tulún Tulún e Posto de Rosário. Acordo de Ancocha, acrescenta Ancocha, Bandeira, Loma Puñuna, São José do Norte e São José do Sul. Acordo Eacu Chiri, acrescenta Eacu Chiri e Tasigasta. Acordo diaguita ou kakán Ashpa Sumaj, inclui Juanillo, Umamaj, Os Toloza, Os Peralta e Junco.

Acordo diaguita ou kakán Ashca Caycu, acrescenta Santa Rosa, Ayuncha, A Revanche, Tio Poço, Canto Poço, Dente do Arado, Taco Ralo e Vitela Huatana. Huasco, Elqui, Limarí e Choapa. Limitando-se ao norte com os atacamenhos e ao sul com os picunches. No decorrer do século XII, os diaguitas são influenciados pela cultura Chincha, isto implicou variações na sua religião, arte e tradições conformando-se uma nova época chamada de “Clássica” ou “Fase II”. Por meio dessa aliança, os diaguitas tiveram uma situação de regalia em Collasuyu, acredita-se que muitos deles fizeram divisão das hostes incas conquistaram quota do território chileno e quota da Argentina. Cultura Aconcagua. Esta aculturação diaguita-inka conforma um novo período, denominado como “Fase III”.

É durante esse novo tempo, no momento em que o Império Inca designa um Apunchic chamado “Anien” no “Wamani de Coquimbo”, fixando-se no vale do mesmo nome, eventualmente no atual povoado de Altovalsol. Observa-Se por esse vale o método andina de subdividir o território em duas metades ou “saias”, chamadas Hanansaya e Hurinsaya. Estes sucessivos aportes e comércio de população expressam a cultura diaguita, que ficou o público pré-colombiano, o mais avançado do Chile e que existiu entre os séculos X e XVI. Com a chegada dos espanhóis e a Conquista do Chile se estabeleceu a encomenda e a população diminuiu de forma substancial.

calcula-Se que no período de dominação inca, a população atingia o número de 30 000 habitantes. O idioma diaguita é desconhecido. Gerónimo de Bibar, que chegou com os conquistadores espanhóis, mostrou em suas crônicas que cada vale tinha “uma língua por si”. Rodolfo Schuller cunhou a conjectura de que este idioma seria o diaguita ou kakán, hipótese muito custoso de evidenciar.

A toponímia do território diaguita está ocupada na sua maioria por nomes provenientes de outras culturas: quechua, picunches ou espanhóis. As origens dos diaguitas diferem dos povos andinos, pelo motivo de os diaguitas têm linhagens huárpidos, pámpidos e andinos. A língua do povo diaguita era o diaguita ou kakán, que, segundo as referências, o chama assim como kakán, kaká, cocô, kaka e chaka. Na Argentina, os diaguitas tem persistido com duas identidades culturais: a chamada “diaguita-se reconhecer” e a kolla —que, mesmo que com a mesma etimologia é diferenciado da colla boliviana—.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima