"As Mulheres Devemos Deixar De Usar O Homem Como Espelho Destrutivo" 2

“As Mulheres Devemos Deixar De Usar O Homem Como Espelho Destrutivo”

Quando você entra em um papel, Rossy de Palma desaparece atrás das câmeras. Mas pra atriz de “a comédia é qualquer coisa de inato”, à ordem de ” o ” apenas sua graça picassiana e a tua altura, nada mais. Oscila entre as arestas de teu novo eu, sempre entre o drama e a comédia, já que a existência é tragicómica”, e nenhum personagem se lhe resiste. Nem Ana Maria, uma supersticiosa com a mania de presignarse e ver tudo “, ao menos, trinta e oito vezes” que se apodera do corpo humano da “criança Almodóvar” em “Toc Toc”.

“Eu amo que qualquer coisa espontâneo na faixa de gaza através de mim, não graças a mim. O trabalho árduo é desaparecer, não estar presente, e construir esse vago, pra que o personagem habitar”. “Possuída” por essa senhora com transtorno obsessivo-compulsivo, às ordens de Vicente Villanueva, Rossy de Palma muda o seu penteado, a tua maneira de vestir e até de mover as mãos, respeitando a própria idiossincrasia de teu protagonista.

“Não sou de julgá-los, só fiz-lhe tempo para que se manifestasse o seu espírito. Mas é totalmente diferente comigo, nem o observar, nem ao menos a religiosidade, nem em nada. Sente essa parte de condolência pra com o personagem, em razão de você entrar na verdade das pessoas que sentem a sua resistência invadida por um transtorno. Há sofrimento lá”, conta em uma entrevista à ABC. Embora seja “muito cerebral e racional”, a atriz aprendeu a “empatia” com as diferentes formas de ser, graças aos seus protagonistas.

Não lhe escapa a realidade que conta o vídeo “Toc Toc”, que remoto de zombar através das pessoas que sofrem este tipo de transtornos obsessivos visa desenvolver consciência a respeito de como se sentem. Adaptação da peça de teatro do mesmo título, “Toc Toc” é um vídeo coral, que desenvolve quase todo o video numa sala de consultas.

Longe de ser estática ao variar de modelo, a comédia de Villanueva é ágil e flui de forma natural, sem pretensões maiores do que a de não aborrecê-lo. O resto o fazem os varios protagonistas interpretados por Paco León, Alexandra Jiménez, Óscar Martínez, Adrián Lastra, Nuno Ferreiro e a própria Rossy de Palma. “No começo tive muitas perguntas e reticências, pelo motivo de entendia que, ao adaptá-la não podia entreter ou cair pela caricatura ao ter todos os personagens envolvidos no mesmo local”, comenta a atriz.

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Com uma prolífica carreira internacional a tuas costas, a atriz vai estrear muito em breve o filme “Madame”, escrito e dirigido por Amanda Sthers para ela. Graças ao papel de empregada doméstica, fabricado para o seu próprio ostentação, como observa orgulhosa, compartilhou o tiro com Harvey Keitel e Toni Collete: “eu “, grita, extasiada, apesar de ser afronteriza poque só acredita “nas fronteiras gastronômicas”.

Use o “talentosísimo” trabalho da realizadora pra carregar contra as atrizes ou diretoras que exigem melhores papéis femininos. “As mulheres carecemos deixar de usar o homem como espelho comparativo ou destrutivo; temos um serviço de introspecção, de nos conhecermos a nós, de imediato basta de assistir para o homem. Para mim, a mulher me parece ser o equipamento mais inspirador do universo. Precisamos tomar a nossa singularidade e revelar o que podemos contar”, diz, enfática.

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