As Sete Classes Sociais De A Nova Grã-Bretanha 2

As Sete Classes Sociais De A Nova Grã-Bretanha

A guerra de classes que se sonhava o burguês Karl Marx acababou há longo tempo por desistência revolucionário do proletariado. Um ambicioso estudo, que será publicado nesta quarta-feira no Reino Unido, colocou rótulos até sete grupos sociais diferentes, e verificou as limitações do severo espartilho conceptual com o que describíamos nossas sociedades até neste instante. Apenas 39% da população britânica, por exemplo, caberia em que tradicionalmente colocou como “classe média” e “classe trabalhadora”.

O estudo Great British Class Survey foi lançado em janeiro de 2011, o laboratório de “ciência cidadã”, da BBC, e participaram de mais de 160.000 pessoas no Reino Unido. É dirigido por Mike Savage, da London School of Economics, e Fiona Devine, da Universidade de Manchester.

  • Charles Dickens
  • Escrever em público (31%)
  • Blogs de jogos de vídeo
  • Bibliotecas públicas (disponibilidade de catálogos, ferramentas de procura)
  • Nova interface para a instalação de templates e plugins

“permite-Nos obter uma imagem mais sofisticada e diferenciada do que são as aulas”, explica Devine. Nos estratos mais baixos da darwiniana pirâmide social, os autores colocam o “precariado”, o novo lumpen proletariado do século XXI, com níveis precários de capital econômico, cultural e social, as três variáveis utilizadas pra definir estas recentes definições. Representam 15% da população, tendem a se correlacionar com pessoas parelhos a eles, e “tendem a não ter um espectro grande de interesses culturais”.

A idade média é de cinquenta anos, e 80% de seus componentes vive em uma residência de aluguel. Sua renda apenas ultrapassa os 8.000 libras anuais. Os autores incluídos neste local, pessoal de limpeza, motoristas de vans de entrega ou prestadores de cuidados de saúde. De acordo com o estudo, a chamada “classe trabalhadora” abrange neste instante a três outros grupos sociais diferentes. O grupo com menos recursos económicos disponíveis seriam os “trabalhadores emergentes de serviços”.

19% da população estaria incluída nesta classe, composta principalmente por adolescentes urbanos residentes nos bairros menos caros de cidades como Liverpool ou Newcastle. Trata-Se do coletivo social mais jovem, com uma idade média de 34 anos. Mas têm um miúdo nível de capital econômico, gozam de um alto nível de atividades sócio-culturais, como ir a shows, fazer esporte ou usar as redes sociais. Incluem cozinheiros, auxiliares de enfermagem, assistentes ou assistentes de criação. Um grau acima, seguindo a escala social que desenha o estudo, estariam os chamados “novos trabalhadores ricos”, 15% da população.

Ocupam o novo centro da escala social, com uma média relativamente jovem de 44 anos, e inclui pessoas que vem da categoria trabalhadora, todavia que alcançou uma certa segurança econômica, sem voltar a viver acomodado. Não vão à ópera ou ao teatro, entretanto têm “vários interesses culturais”, gosta de esporte, os concertos e são ativos nas redes sociais. Os autores pensam a respeito de todos os habitantes das grandes cidades industriais do norte da Inglaterra.

Estes 2 últimos coletivos “não se vêem obrigatoriamente a si mesmos como uma classe trabalhadora ou classe média”, adverte Devine. A classe média é dividida em dois grupos, segundo o estudo. Por um lado, uma classe média “técnica” -instituída como “um grupo nanico, distinto e próspero” que representa somente 6% da população – com cinquenta e dois anos de media e residente em áreas suburbanas no mais rico, no sul da Inglaterra. Os autores indicam que, algumas vezes, trabalham como investigadores no domínio científico ou acadêmica ou em profissões técnicas. Não lhes interessa especialmente a cultura mais -aparentemente – elitista, como a música clássica ou ópera, contudo têm uma existência cultural ativa.

A classe média “instituída” é o segundo grupo mais rico da pirâmide social. Com quarenta e seis anos de media (são 25% da população), trabalham em posições políticas ou nas chamadas profissões habituais (advogados, engenheiros etc.). Relacionam-Se com pessoas muito diferentes e gostam de uma existência cultural rica. Vêm várias vezes de classe média, e tendem a viver na periferia das enormes cidades. 6% dos britânicos faz fração da chamada “elite”, um grupo privilegiado, com cinquenta e sete anos de média, que são os que têm mais renda no Reino Unido.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima