'Don Mario', Capo Ou Fantoche 2

‘Don Mario’, Capo Ou Fantoche

Há alguns anos, o Exército encontrou armas e um diário em um automóvel abandonado. Pertencia a Daniel Rendón, logo, um chefe paramilitar de segundo grau, desconhecido pra opinião pública e de pouca importancia pras autoridades. Seu relato, um pouco de atos sanguinários, não fez senão conferir a terrível selvajaria dos métodos que empregam. Então, pensassem que uma pessoa mexia nos fios e que ‘Don Mario’ não era senão um fantoche com nome rimbombante.

As primeiras suspeitas recaíram seu irmão, Freddy Rendón, denominado como ‘Alemão’, ex-chefe do Bloco Élmer Cárdenas, nos dias de hoje preso. O descartaram, por inexistência de provas, já que sempre tentando convencer o maior da família a que se entregue, e em razão de ainda está imerso no recurso de paz que as AUC assinaram com o Governo. Esse nome poderá ser Castanho Vicente, um dos comandantes paramilitares mais poderosos e que sempre moveu-se na sombra.

Alguns o consideram falecido e outros não descartam que siga vivo. Não há outra conjectura, se bem que prontamente, com as alegações que deverá prestar o capo diante a Justiça, talvez chegue a desvelarse o mistério. Daniel Rendón nasceu há quarenta e um anos em Amalfi, no departamento de Antioquia, o mesmo público, dos irmãos Castanho, fundadores das Autodefesas.

Por eles se alistou-se os seus exércitos e combateu nas brigas primeiro contra as FARC e o ELN, e depois, com o passar do tempo, como traficantes de pura cepa. Passou incontáveis anos no departamento de Meta, ao leste da Colômbia, sob o comando de Miguel Arroyabe. Junto a ele, e graças ao tráfico de cocaína conseguiu tornar-se ricaço até o dia em que o citado capo e o mataram seus próprios tenentes.

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Rendón fugiu então para o abrigo sob a asa protetora de teu irmão, O ‘Alemão’, cuja área de intervenção estava na localidade de Urabá, nos departamentos de Antioquia e Chocó. Pouco depois reapareceu como ‘Dom Mario’, líder de um movimento pseudopolítico que batizou como Autodefesa Gaitanistas. Se bem que invocava fins altruístas, como convocar os cidadãos a brigar contra a corrupção, misturados com mensagens anti-guerrilheiros, o certo é que não deixava de ser uma grosseira tampa de um cartel de drogas.

Recrutou quanto ex-paramilitar com bacana folha de serviços criminosos conseguiu, por alguns bons e outros maus, porque mandava sicários a todo aquele que se lhe resiste. Também comprei bandas inteiras de criminosos, assim como este integrantes da Justiça ou a polícia e o Exército. Voou tão grande que Guillermo León Valencia, irmão do atual ministro do Interior, está confinado acusado de ter feito favores em troca de dinheiro e presentes diferentes, no momento em que desempenhou o cargo de Diretor de Promotorias de justiça de Medellín. Pouco a pouco foi ganhando territórios a costa, em parcela, Os “Paisas”, da banda.

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