E Se Esse Fosse O Caso 2

E Se Esse Fosse O Caso

O pesadelo kafkiana de Vanessa Toribio começou há quase 2 anos, em fevereiro de 2009, quando recebe na sua casa uma fatura de Gás Natural por um montante de 5.692 euros. Vanessa, uma mulher de 30 anos, em um apartamento de 3 quartos em Talavera de la Reina (Toledo), sabe que precisa existir um defeito. Com um salário de apenas 1 mil euros, que ganha como uma caixa, e uma hipoteca que se come em enorme cota de sua folha de pagamento, Vanessa tenta resolver a dificuldade o rapidamente possível e se põe em contato com o Gás Natural.

Depois, melhor assessorada, pede que lhe retirem o contador para que verifiquem. Paga as taxas correspondentes e espera o veredicto. Enquanto isso, o Gás Natural tem instalado um segundo contador e segue apremiando para que o solvente sua dívida. Os meses passam e André se recusa a pagar uma factura que ela considera um erro. Sim quer, mas, estar a par dos consumos que lhe marcam o seu novo contador. Não pode fazer isto, “a companhia do gás exige que antes pague a tua dívida de quase 6.000 euros”, explica o Mar. De repente, o 2 de dezembro de 2009, a sua história, de um novo rumo: o segundo contador desaparece.

Vanessa fica sem aquecimento e água quente. Tenta denunciar ‘o roubo’, todavia a Polícia diz que não podes denunciar o roubo de uma coisa que não lhe pertence, por causa de o proprietário do contador é Gás Natural. A resposta a respeito do contador, presumivelmente, quebrado leva pra entrar e Ela se põe em contato com a Delegação provincial do Serviço de Indústria. Lá, segundo tua irmã Mar, “não sabem nada do contador e têm que reclamárselo a Gás Natural”. Com menos preocupação que Vanessa, mas com as mesmas dificuldades pra achar respostas, este meio foi posicionado em contato com o Gás Natural.

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Numa primeira versão, relatar que “a Inspeção constatou que existia um cruzamento de contadores com um vizinho, e que durante mais de um ano ele ganhou o consumo de outra pessoa.” Ou melhor, explicam que a factura de Vanessa se deve a que lhe foi cobrado de golpe o consumo não pago durante um ano.

Mas Vanessa tem faturas de 76 e 53 euros pagos antes de a ‘vasto fatura’. E se esse fosse o caso, que aconteceu um cruzamento de contadores, Como a Direcção-Geral da Indústria, em Toledo, ninguém sabe ceder uma descrição pra a dificuldade de Vanessa. Informam que, em início, “não se pode proceder ao corte do fornecimento, no entanto há casos excepcionais” e se este é ou não é, “não sabem”. Também dizem que, normalmente, todos os contadores que se levam a averiguar que estão bem e que, na realidade, as faturas polpudos se necessitam “a um consumo elevado.”

Sim, se deu um caso de medidores danificados, “poucos”, segundo eles, e nos casos em que se cortou o gás, “mais rápido foi restabelecido o serviço”. Desconhecem as particularidades do caso concreto e, semanas após constantes chamadas, continuam sem conhecê-lo. E o registro que falava do contador danado é deste modo enviado pro Gás Natural? E o que se faz quando se constata que um contador está quebrado e lhe foi cobrado de mais a uma pessoa? No Gás Natural, sempre que, tentaram se possuir uma ideia do que está acontecendo. Continuam sem ganhar o registro de Indústria e destacam que “não lhes consta que o contador estivesse danado”, todavia explicam que a dívida 5.692 euros é neste instante de apenas 419 euros.

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