Entre Os Objetivos Do Plano Estratégico 2

Entre Os Objetivos Do Plano Estratégico

Entre os objetivos do Plano estratégico, a conselheira destacou atingir a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho e permitir o pleno desenvolvimento profissional das mulheres, ao mesmo tempo que conciliar o teu serviço com sua existência pessoal. Acrescentou que, depois de esta fase, tem começo a implantação de medidas “concretas e realistas” para que os inúmeros departamentos da Administração regional façam valer o princípio da igualdade, de modo transversal. O perfil da mulher rural pela Região é o de uma mulher casada, de cinquenta anos, com uma média de três filhos, que dedica diariamente 5 horas para atividades fora do lar e oito para as tarefas domésticas. Hoje, nove por cento das explorações são dirigidas por mulheres e são de dimensões bastante mais pequenas do que as lideradas por homens.

Em contraposição ao esteticismo, Hippolyte-Adolphe Taine elaborou uma hipótese sociológica da arte: a Filosofia da arte (1865-1869) aplicada à arte um determinismo baseado na raça, o tema e a data (race, milieu, moment). Para Taine, a estética, a “ciência da arte”, opera como qualquer outra disciplina científica, com base em parâmetros racionais e empíricos.

Por outro lado, a atividade da arte foi questionada pelo escritor russo Lev Tolstoi: em o Que é a arte? Para Tolstoi, a única justificação válida é a contribuição da arte para a fraternidade humana: uma obra de arte só podes ter valor social no momento em que transmite valores de fraternidade, ou seja, emoções que possam oferecer a unificação dos povos. Igualmente, Carl Gustav Jung relacionou a psicologia com várias disciplinas como a filosofia, a sociologia, a religião, a mitologia, a literatura e a arte. Em Contribuições para a psicologia analítica (1928), recomendou que os elementos simbólicos presentes na arte são “imagens respeitáveis” ou “arquétipos”, que estão presentes de modo inata no “subconsciente coletivo” do ser humano.

Wilhelm Dilthey, por intermédio da estética cultural, formulou uma teoria a respeito da unidade entre arte e existência. Uma das primeiras formulações foi a do marxismo: a obra de Marx ficou claro que a arte é uma “superestrutura” cultural estabelecida pelas condições sociais e econômicas do ser humano. Para os marxistas, a arte é um reflexo da realidade social, se bem que o próprio Marx não avenida uma correspondência direta entre uma população instituída e a arte que produz. Georgi ataques a bomba, na Arte e na existência social (1912), formulou uma estética materialista que rejeitava a “arte pela arte”, do mesmo jeito que a individualidade do artista alheio à nação que o envolve.

Walter Benjamin incidiu de novo pela arte de vanguarda, que pra ele é “a concretização da dialética da modernidade”, o fim da tentativa tote da arte como expressão do universo circundante. Tentou elucidar o papel da arte na sociedade moderna, fazendo uma análise semiótica em que a arte se explica por intervenção de signos que o homem tenta decifrar sem um repercussão teoricamente satisfatório.

  • 10º ⇒ Orçamento Quanto eu vou gastar
  • 2 Apps para celular
  • Clicar em “Publicar”
  • 2 Teoria e realidade

Theodor W. Adorno, como Benjamin, pertencente à Escola de Frankfurt, defendeu a arte de vanguarda, como reação à excessiva modernização da comunidade moderna. Representante do pragmatismo de John Dewey, pela Arte como experiência (1934), definiu a arte como “ponto culminante da meio ambiente”, defendendo que a base da estética é a experiência sensorial.

A atividade artística é uma decorrência mais do que a atividade natural do ser humano, cuja forma organizacional depende das condições ambientais em que se desenvolve. Assim, a arte é “frase”, onde fins e meios se fundem numa experiência agradável. Para Dewey, a arte, como cada atividade humana, que envolve iniciativa e criatividade, assim como este uma interação entre sujeito e instrumento, entre o homem e as condições utensílios em que desenvolve seu trabalho. José Ortega e Gasset analisou A desumanização da arte (1925) a arte de vanguarda a partir do conceito de “população de massas”, onde o feitio minoritário da arte vanguardista produz uma elitización do público cliente de arte.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima