Musa X Paradisiaca 2

Musa X Paradisiaca

Na nomenclatura vernacular às vezes você traça uma diferença entre as bananas, consumidas cruas, como fruta de sobremesa, e as bananas, que por tua superior teor de fécula precisam asarse ou fritar antes de sua ingestão. Por todo caso, este grupo de vegetais conforma a fruta intertropical mais consumida do mundo.

O principal exportador é o Equador, que gera quase um terço das exportações globais. O volume de realização de bananas e plátanos é só a segunda de trigo (Triticum spp.), o arroz (Oryza sativa l.) e milho (Zea mays). A geração contínua de frutos ao longo do ano, os torna sobretudo valiosos como o alimento pela época entre colheitas nos países tropicais; são os bananas de fritar os que cumprem este papel, principalmente. A bananeira não é uma árvore, todavia uma megaforbia, uma erva perene de enorme tamanho. Como as além da medida espécies de Musa, carece de realista tronco.

Em teu recinto, tem bainhas foliares que se desenvolvem formando estruturas chamadas pseudotallos, idênticos aos fustes verticais de até 30 cm de diâmetro basal que não são lenhosos, e atingem os sete m de altura. As folhas de banana estão entre as maiores do reino vegetal. São lisas, macias, oblongas, com o ápice truncado e a apoio redonda ou ligeiramente cordiforme, verdes pelo feixe e mais claras e normalmente verdejantes pelo avesso, com margens lisas e as nervuras pinadas, marrons ou verdes. Dispostas em espiral, são realizadas até três m de comprimento e noventa cm de largura; o pecíolo tem até sessenta cm

  • Mensagens: 7.640
  • dois O oficialismo no parlamento
  • Kiwi (150 gr) ou um iogurte sabor (125 gr)
  • Localizado no Nº24 no PWI 500 de 2002[70]
  • Não saia de moradia sem: uma garrafa de água e uma peça de fruta na bolsa
  • 1/quatro de xícara de espinafre

as variedades com maior componente genética de M. balbisiana esse é côncavo pela parte superior, com extremidades quase tocar por cima do canal e espanhóis. A genética também depende que seja glabro ou pubescente. As folhas tendem a quebrar-se espontaneamente durante as nervuras, dando um aspecto desalinhado. O ingrediente perene é o rizoma, superficial ou subterrâneo, que tem meristemos a partir dos quais nascem entre 200 e 500 raízes fibrosas, que conseguem atingir uma profundidade de 1,cinco metros e cobrir com mais de cinco metros da superfície.

Do rizoma assim como brotam ramos (“rebentos” que substituem o caule principal, após florescer e morrer mesmo. Os exemplares cultivados somente se deixa, geralmente para evitar enfraquecer a planta, porém em estado silvestre, aparecem em grande quantidade; são a principal maneira de difusão das castas estéreis, que são a maioria.

Em variedades híbridas cultivadas pelos seus frutos, as flores masculinas são estéreis, assim como este as femininas em cultivar ‘Cavendish’. Os ovários são criados partenocárpicamente sem a inevitabilidade de polinização. Manchas escuras pela polpa indicam o resto dos óvulos, sem elaborar. O fruto leva entre 80 e 180 dias para se desenvolver por completo.

Em condições ideais, frutificam todas as flores femininas, adotando uma aparência dactiliforme que leva a que se denomine mão para as carreiras em que se apresentam. Pode ter entre cinco e vinte mãos por espiga, apesar de normalmente se trunca a mesma parcialmente pra impossibilitar o desenvolvimento de frutos imperfeitos e evitar que o broto terminal insuma as energias da planta. O ponto de corte é fixado, geralmente em “falsa mão”, em que aparecem frutos anões.

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