Não É Não. O Assédio Sexual Persiste, Apesar Da Rejeição Social 2

Não É Não. O Assédio Sexual Persiste, Apesar Da Rejeição Social

Não é não. O que essa claro oração não se entende? Não é não. Sem mais. Mas necessita ser uma frase complexa, muito complexa, pra que, em pleno século XXI haja inclusive até quando explicá-la, desentrañarla, desmenuzarla. Não é não. Mas, não obstante, ocorrem a cada ano por volta de 1.Trezentos violações.

Uma a cada oito horas. Sim, em Portugal, um nação moderno, democrático, igualitário. Números que escondem uma realidade soterrada e que sofrem milhares e milhares de mulheres a cada dia, porém que não aparece nas estatísticas, já que não é crime. Ou daquelas mulheres que se cruzam de calçada para se esconder de um grupo de tipos visto que eles sabem que o mais fino que ouvirão as tuas bocas; não é isto de que “eu comeria até a borracha de calcinha”.

A impunidade do agressor e lhe concede a liberdade para agir deste modo, como diz Miguel Lorente, exdelegado do Governo para a brutalidade de gênero. E como respondeu a comunidade a esta invasão angustiante, lamentoso e profundamente injusta da intimidade da metade da população? O machismo está no DNA da nação? As crianças, desde a sua tenra infância, interiorizan a partir do que ouvem, que são materiais sexuais e que, por este porquê, necessitam ter menos direitos do que o irmão. Se lhes ensina a estar sempre alerta, sempre em tensão para antecipar as “circunstâncias complicados” e, o que é pior, a reconhecê-las como normais.

Se lhes mete pavor no corpo humano (se em tal grau se quer defender, por causa de não se lhes ensina defesa pessoal?) desde que nascem, dia-a-dia, pouco a pouco, até que deixam de interrogar sua atuação. É dessa forma e ponto. Porque, se não, você é uma buscona ou uma puta, o pior do pior. “e que a vontade sexual é qualquer coisa irreprimível, muito maior do que o delas. Não temos nada outra vez. Tudo está descoberto e, é claro, se conhecem as soluções: educação, educação, educação e sensibilização.

Houve muitas opiniões (e muito duras), todavia a vontade política não apresentava fissuras (apesar de que muitos deputados com o microfone desligado diziam isto de “nós estamos passando”) e as vozes discordantes foram deixadas. Mas a vontade política se rompeu com a chegada da queda. Novos problemas e mais sérios. Adeus à sensibilização, os programas educativos, as campanhas públicas, a unidade política.

Esta frase repetida a moços e garotas, do mesmo modo que se repete, que se lavem os dentes ou que façam os deveres, ajudá-lo a impossibilitar, no futuro, circunstâncias indesejáveis. Não se calar. É preciso aconselhar as criancinhas a não admitir que nenhum jovem seja excedido e a afear essa atitude. E o resto, que não consinta com o teu silêncio para não ter problemas.

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Não hesitando em recorrer à polícia. Se uma pessoa se excede e insiste-se numa festividade popular, um grupo começa a assustar uma pessoa, comunicá-lo à polícia. Não é um crime, contudo podes vir a sê-lo se não se põe freio aos machistas. Cuidado com o álcool.

Os doutores Josep Guarda e Mireia Pascal insistem uma e novamente que a vasto aceitação social do consumo desenfreado de álcool em festas de verão está por trás de muitos casos de assédio e ferocidade sexual. O álcool desinhibe e produz descontrole emocional e motivacional. Sendo assim, recomenda-se evitar homens bêbados. O Col·legi de Periodistes de Catalunya somou ontem às opiniões geradas pelo artigo publicado na quinta-feira pelo diretor do Diari de Tarragona, Josep Ramon Correal, a respeito da campanha municipal pra combater as agressões sexuais.

“Respeitamos a independência de sentença e posição, entretanto nós adotamos um código de ética onde o machismo não tem território. Não é não”, tweetou Neus Bonet, a decana do colégio. O aclamadas postagem criticando a campanha duvidando de que a primeira negativa de uma mulher a ter relações seja, na realidade, um não.

Bonet ele adicionou que “o Col·legi de Periodistes lamentamos o postagem por jururu pelo motivo de defendemos a tolerância zero pras agressões sexuais”. Correal admitiu ontem o seu defeito, com nuances, e pediu desculpas em um novo post: “Quando um homem se engana, há que reconhecê-lo. Fiz um comentário antigo em um assunto muito sensível”. O diretor do Diari adicionou: “o Meu postagem teria graça há quarenta anos, quando os usos sociais e morais eram outros.

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