O Que Nós Pensamos Diferente Dos Ocidentais E Os Orientais 2

O Que Nós Pensamos Diferente Dos Ocidentais E Os Orientais

Existe um ano, depois do acidente nuclear de Fukushima, no Japão, diversos móveis ficaram sem cobertura. Em meio ao pânico geral, a única forma que tinham os cidadãos de entrar em contato com alguém era localizar uma cabine telefônica que dá certo. Em poucos minutos, se formaram longas filas de pessoas, agoniadas pra expressar com seus entes queridos, a partir de um telefone público.

nestas circunstâncias dramáticas, todos queriam levantar o fone de ouvido pra tranquilizar seus familiares. A ásia está destinada a se tornar a área geoestratégica mais significativo do planeta nas próximas décadas. Verdadeiramente, o recurso de globalização neste instante foi conduzido existem muitos anos pra poucos ocidentais a se deslocar para o Oriente pra entender, trabalhar ou montar um negócio.

  • Usar uma estratégia de preços baseada em fazer ou restringir a busca
  • 3 Ação social
  • dois Campanha presidencial de 2006
  • Interagir com as comunidades existentes
  • Tempo integral: Dedicação acadêmica exclusiva não compatível com o horário de trabalho

A tendência parece imparável, entretanto, pra muitas pessoas, a filosofia e os valores por trás das culturas milenares espalhadas por este vasto continente continuam a ser em enorme porção um mistério. Porque não há dúvida -e o modelo de Fukushima, mostra – se que, embora se corra o risco de cair em simplificações ou generalizações, as diferenças existem.

Antes de mais nada, teria que bater em retirada de um certo determinismo biológico. O que muda entre os humanos é a educação e a cultura, mas o cérebro em si não nasce com nenhum programa pré-instalado, por desse jeito relatar, no teu disco severo. Falar de cérebro oriental é incorreto e, concretamente, meninas chinesas adotados e educados em nossa sociedade, aprendem a perceber e a tomar decisões exatamente como nós: não há diferença.

Os genes, neste sentido, não marcam. Dito isto, experimentos científicos novas têm detectado que existem alguns padrões de comportamentos característicos que caracterizam os asiáticos e ocidentais, que têm a sua origem em factores culturais e sociais. Kimio Kase, professor do Iese, é japonês e leva 38 anos em Portugal. “Tive chance de contrastar as formas de raciocinar entre os 2 mundos e não há dúvida que nós somos muito diferentes”, diz. Kase acaba de anunciar um livro muito intrigante: Asian versus western management thinking (Palgrave Macmillan) , em que se analisam as principais diferenças entre o estilo de gestão e liderança nas empresas ocidentais e orientais.

Escreveu o livro ao lado de Alesia Slocum, professora americana de Saint Louis University, e foi possível examinar, como neste instante antes de começar a digitar, suas abordagens eram opostos. Ele começou a se concentrar nos temários, ela insistia em definir o que é articulação ia ter discurso e a mensagem. “Os ocidentais a todo o momento devem se agarrar a um quadro geral de fonte e, como passo seguinte, desenvolvem as informações.

Pros orientais, em troca, os dados são consideráveis, e a partir daí se vai criando, de modo sucessiva, a suporte, que surge depois. Como forma mental, os asiáticos estão a todo o momento do característico até o genérico, enquanto que os europeus ou os americanos a toda a hora têm um esquema na cabeça e depois se irão fixando, em um segundo momento, os elementos secundários”.

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