O Que Terá Sido Dela? 2

O Que Terá Sido Dela?

a Minha gravata é o título de um conto do escritor peruano Manuel Beingolea, que faz quota de uma coletânea de contos publicada em 1933, sob o título de Contos de seca. É o mais conhecido conto de tal autor, que figura em imensas antologias e manuais escolares. Manuel Beingolea (1881-1953) nasceu e morreu em Lima. Trabalhou em numerosos jornais e revistas, onde publicou suas criações literárias.

Também foi funcionário público e professor. Era de feitio bem-humorado, jaranista, crioulo e humorista. A tua obra literária, que se desenvolveu dentro da corrente modernista, limitou-se a narrativa (contos e um romance, Sob as lilas). Sua obra contos, desperdigada em jornais e revistas, foi parcialmente reunidos em 1933 na coleção intitulada Contos de seca. O tema principal é a ambição de um jovem pobre por ascender social e economicamente, pro qual melhoria a sua aparência exterior e simula ter um emprego solvente.

Consegue enfim um casamento de conveniência. A história gira cerca de uma gravata, um presente humilde que o protagonista, um jovem de lima, recebe de Marta, uma guria provinciana, que está apaixonada por ele. Ela mesma tem bordado a peça com estima. Mas o pirralho é ambicioso e pretende encumbrarse socialmente. Assiste-se a uma comemoração da alta categoria social, onde se vê ridicularizado por sua gravata, que qualificam de “absurda”. Decide, por isso, aperfeiçoar a tua imagem.

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Começa a vestir-se elegantemente e consegue sendo assim ser aceito pela alta nação; esquece-se de Marta, se moradia com uma menina de família rica e chega a ser um homem rico e influente. Mas, ao término, reconhece que não é feliz e acredita que, com toda certeza, teria sido com Marta, a adocicado provinciana. A história ocorre em Lima. A pensão ou casa de hóspedes onde vive a princípio Idiáquez.

A estrada Mercaderes, onde vendem roupas, e as ruas de Lima, em geral. A residência dos pais da linda senhora de alta categoria, que se apaixona por um protagonista. De diversos fatos da história, fica claro que a história se desenvolve pela época republicana, em fins do século XIX e início do século XX.

Se expõe ao Ministério da Fazenda, a ruas limeñas com antigos nomes (Mercadores e Paseo Colón). E, é mencionado que o personagem chega a ser deputado e senador. Idiáquez, um jovem de lima, carente, no entanto rico em ambições. Marta, a menina provinciana, natural de vila velha, que se apaixona por Idiáquez e rejeita a outros pretendentes.

A jovem morena (ou melhor, de cabelo preto), muito perfeito e de alta posição social, com a qual se moradia Idiáquez. A padroeira da residência onde está hospedado, o jovem Idiáquez, que é viúva de um coronel. A jovem loira da celebração a que assiste Idiáquez. Um jovem que frequenta a mesma celebração, que é quem critica a gravata de Idiáquez.

O alfaiate que faz o elegante roupa pra Idiáquez. Os pais da jovem morena. Os filhos de Idiáquez. Este conto é narrado em primeira pessoa pelo protagonista, um jovem de lima, Idiáquez, que começa contando que Marta, uma criancinha humilde arequipeña, lhe havia dado uma gravata. Ela mesma havia feito a peça, com um pedaço de tecido rosa e com bordados de flores azuis.

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