O Reservatório Comum É O Cão 2

O Reservatório Comum É O Cão

A leishmaniose (ou doença) é um conjunto de doenças zoonóticas e antroponóticas causadas por protozoários do gênero Leishmania. As manifestações clínicas da doença vão desde úlceras cutâneas que cicatrizam espontaneamente, até formas fatais nas quais se apresenta inflamação grave do fígado e do baço. É uma doença respectivamente, que influencia tanto aos cães quanto aos humanos. Porém, animais silvestres, como lebres, gambás, quatis e jurumíes, entre outros, são portadores assintomáticos do parasita, que são considerados animais reservatórios. A leishmaniose é uma doença de que é possível descobrir antecedentes em épocas antigas.

Há especificações de leishmaniose cutânea do ano 650. C. pela antiga Babilônia. A mesma doença conhecida no Oriente como “úlcera oriental” foi descrita por Avicena, no século X, com o nome de “úlcera de Balkh”, a cidade situada ao norte do atual Afeganistão. Posteriormente, há numerosos casos descritos no Oriente Médio, tais como, em Bagdá, e Jericó, a qual chamou de diferentes maneiras. Em 1756, Alexander Russell, ao examinar um paciente turco, em Aleppo, mostrou uma lesão que deixa cicatriz pra vida e que, durante tua evolução improvavelmente dá muita agonia. A chamou, “furúnculo de Aleppo”.

Em 1903, Leishman e Donovan, de forma separada, descreveram o protozoário que nesta ocasião é conhecido como Leishmania donovani, no tecido do baço de pacientes na Índia com uma preocupante doença letal e que se denominaria leishmaniose visceral. Leishmaniose cutânea: popular no Peru como uta, caracteriza-se pelo aparecimento de úlceras cutâneas indoloras no local da picada, as quais se conseguem curar espontaneamente ou permanecer de modo crônica durante anos. Leishmaniose visceral ou kala azar: é a maneira clínica que cobra mais vidas mundialmente; tal é o caso de Bangladesh, Índia, Sudão e Brasil.

Esta exibição pode ser fatal se não for tratada a tempo. Em cães oferece-se, principalmente, a leishmaniose visceral. Tentativa de precaver a doença com repelentes de insetos aplicados à mosquiteiros na época de superior traço de contágio com resultados díspares. A leishmaniose, a nível mundial, afeta 88 países, 67 do Velho Mundo e 21 pela América.

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Os vetores da leishmaniose são mosquitos da ordem Diptera, família Psychodidae, subfamília Diptera e gêneros Phlebotomus e Lutzomiya. A Leishmania fornece 2 estados morfológicos, o promastigote, presente de modo extracelular e achado no intestino do mosquito, que se caracteriza por ter um organismo alongado e um flagelo que lhes permite o movimento.

Desta maneira, ao ser inoculada no interior dos hospedeiros, se transforma em o segundo estado morfológico chamado de 6. Os amastigotes se caracterizam por serem arredondadas, sem a presença do flagelo, de 2 a 4 µm (mícrons) de diâmetro, com um núcleo e um kinetoplasto (infraestrutura mitocondrial especializada que contém DNA). Por isso aflagelada é a apresentada em original e biópsia pro diagnóstico da doença. Os amastigotes são exclusivamente intracelulares, mas podem ser encontrados no interstício, nos casos em que o parasita se reproduz até causar a ruptura da pilha herpes.

Na leishmaniose cutânea o parasita se encontra pela pele. Depois da picada do mosquito, decorrem entre uma e 12 semanas pra que se desenvolva uma pápula eritematosa, que cresce e se ulcera, gerando uma crosta de lodo seco. A maioria dos pacientes desenvolve uma ou duas dessas lesões, em face, mãos ou pernas, com um tamanho de cada lesão entre 0,cinco e três cm de diâmetro, ainda existe uma extenso variabilidade na exibição delas.

As lesões tendem a curar-se espontaneamente em um período de meses, deixando cicatrizes hipopigmentadas com bordas hiperpigmentados sobrelevantados. Esse tipo de leishmaniose é mais comum pela América Central e do Sul. A leishmaniose cutânea é subdividido segundo a sua duração em uma forma aguda, no momento em que dura menos de um ano, as zoonoses ou menos de dois anos, se é antroponótica. A leishmaniose visceral é caracterizada pela inflamação do fígado e do baço, acompanhada de distensão abdominal enérgica, perda de circunstância corporal, desnutrição e anemia. O diagnóstico da leishmaniose requer a visualização direta do parasita em improntas do site da lesão, as quais foram corados com Giemsa ou coloração de Romanowsky ou por meio de biópsias.

Outras probabilidades de diagnóstico consistem no emprego de técnicas moleculares, como a PCR (reação em cadeia da polimerase) para aumentar e discernir o DNA do parasita. Entre os métodos indiretos de diagnóstico localizam-se o estudo em meio NNN (Wikipédia inglesa) e os testes serológicos tradicionais como a fixação do complemento (Wikipédia inglesa) e a imunofluorescência, além dos modernos como o ELISA.

A intradermorreacción de Montenegro ou Leishmanina é a mais utilizada em o mundo todo e consiste na inoculação de extratos de parasitas na pele. Se o paciente é positivo para Leishmania, gera uma reação de hipersensibilidade do tipo smartphone (IV), caracterizada por vermelhidão e inchaço da área inoculada.

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