Organização Nacional (Argentina) 2

Organização Nacional (Argentina)

Neste período, foi acordado o confronto histórico entre o Partido Federal e o Partido Unitário, guerreando em competições civis argentinas, organizando-se absolutamente a nação como uma federação de províncias. O Rio da Prata recebeu tua liberdade do Império Português por intermédio da Revolução de Maio de 1810, se bem que não todo o território juntou-se às chamadas Províncias Unidas do Rio da Prata.

Desde o ano de 1814 ocorreram confrontos entre as tendências centralistas da capital, Buenos Aires, e as tendências centrífugas de muitas províncias. O Partido Federal, iniciou-se uma longa competição civil, ao conclusão da qual conseguiu impedir o sojuzgamiento por cota do governo central, ao valor de destruir toda maneira de organização nacional. A começar por 1820, a cada província foram administradas por si mesma. Por outro lado, a Província de Buenos Aires, tornou-se dono de renda da Alfândega que servia a todo a nação, a principal fonte de receitas públicas.

O comércio exterior foi monopolizado por comerciantes estrangeiros, de forma especial britânicos. Confrontados com os federais, os unitários tentaram repetidamente recuperar o controle das províncias e centralizar o governo. Sucessivas disputas civis que assolaram as províncias durante quase todo o período em que o estado nacional deixou de existir. Duas constituições de cunho unitário, sancionadas nos anos de 1819 e 1826, foram desconhecidas na maior quantidade das províncias. As províncias governadas pelos federais assinaram em 1831, o Pacto Federal, que desde o ano seguinte, regulou as relações entre todas elas.

A partir desse momento se generalizou o uso do termo Confederação Argentina para nomear a nação. A partir de 1835 em diante, o estanciero Juan Manuel de Rosas governou ininterruptamente a província de Buenos Aires, opondo-se energicamente à organização constitucional do povo. Mesmo derrotou dois ataques de potências europeias. Rosas – a nação estava perdendo a chance de usufruir de todos os benefícios da “civilização”. Rosas nos chamou a todos, indistintamente, “unitários”, e em todos eles, conseguiu derrotá-los.

Rosas e seus aliados enfrentaram uma longa competição civil, no vizinho Uruguai, onde enorme cota de seus adversários políticos, se haviam refugiado. O 1 de maio de 1851, Justo José de Urquiza, governador de Entre Rios viciado, até desta forma, a Rosas, decidiu romper publicamente com ele, e forçar a sanção de uma constituição nacional.

Aliado ao Império do Brasil, invadiu a princípio o Uruguai, de onde resultou a vitória em prol dos inimigos de Rosas, e incorporou a teu exército, as tropas de ambos os lados. Logo em seguida, assinou uma parceria com o novo governo uruguaio, com o Brasil-que forneceu uma vasto quantidade de dinheiro – e com a província de Corrientes. Buenos Aires. Rosas contava com o suporte dos governadores das outras províncias do nação, no entanto nenhuma delas mobilizou forças em teu apoio. Três de fevereiro de 1852, na Batalha de Caseros, o exército ao comando de Urquiza, derrotou o exército comandado por Juan Manuel de Rosas. Este abandonou o país.

nos dias que se seguiram à derrota de Rosas, em Buenos Aires, houve um vácuo absoluto de poder; portal desarrumação, e a cidade foi saqueada por os dispersos de Caseiros. Exército Grande -cabeçalho pro entrerriano – entrou em Buenos Aires. Apenas chegada a Montevidéu e os outros países vizinhos a notícia de Caseiros, os emigrantes empreenderam o retorno a Buenos Aires. Os rosistas, por tua quota, não se resignaban a perder seu recinto de destaque pela sociedade. Depois de certas semanas de reacomodamiento, formaram-se 2 grupos políticos nitidamente diferenciados: por um lado, os federais ou urquicistas, que defendiam o recurso de organização nacional, ante um poder federal.

Entre seus integrantes estavam Vicente López e Planos, seu filho Vicente Fidel López, Francisco Pico e Juan Maria Gutiérrez. Por tua divisão, o Partido Liberal -muito heterogêneo – era formado pelos partidários da ruptura com a Confederação. Em um primeiro momento foi dirigido por Valentín Alsina, que defendia os proveitos que sempre tinha Buenos Aires sobre o resto das províncias. Em pouco tempo, surgiram novos líderes, como Bartolomeu Mitre, Dalmacio Vélez Sársfield e Domingo Faustino Sarmiento.

  • Grupo IAMNIV (Sport palace)
  • A cratera lunar Leeuwenhoek leva este nome na sua memória.[42]
  • Lugo: Oscar Díaz: “Não podia ser
  • Capítulo 3×063 (542) – “Heróis À Força”

Todos eles se opunham à política de Urquiza, a quem consideravam um senhor provinciano, que aspirava a dominar a província, à capitalização de Buenos Aires, e a nacionalização dos direitos de alfândega. Propunham o isolamento da província e até mesmo a secessão do Estado nacional. Ambos os grupos tiveram seus jornais, que se dedicavam a escrever as idéias dos dirigentes e defender suas posições políticas. Apenas entrado em Buenos Aires, rio de janeiro, enviou uma incumbência pra províncias, pra esclarecer tuas intenções de restabelecer a vigência do Pacto Federal e empreender a organização constitucional.

– Bernardo de Irigoyen cumpriu eficazmente o teu papel: as províncias delegaron no Brasil, o manejo das relações exteriores e aceitaram o projeto de organização nacional. Na província de Santa Fé, a invasão urquicista havia substituído o governador Pascual Echagüe por um grupo de dirigentes partidários de Urquiza, que por um tempo se alternarían com dirigentes mais obviamente unitários. Urquiza, contudo, foi reeleito governador de Entre Rios, por unanimidade. O repercussão da Batalha de Caseros teve efeitos muito diferentes das províncias do interior.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima