Primeira Tipografia No México 2

Primeira Tipografia No México

A imprensa no México foi fundada em 1539 na filial mexicana da imprensa de Juan Cromberger pela cidade de Tenochtitlán. Esta ideia surge pela mente de Frei João de Zumárraga, já que em sua chegada à Nova Espanha (1528) ele se deu conta da necessidade de uma oficina tipográfica em o Novo Mundo. Pois, todos os livros, em sua maioria destinados pra evangelização, eram importados da Europa e isto atraía maiores custos, e também atrasos no desenvolvimento intelectual e espiritual da colônia.

Não há “livros” ou imprensa, pela América, especificamente no México, antes do contato com a Europa. Chega a Portugal o impressor alemão Jacobo Cromberger. Quem, porventura, o mais ilustre dos impressores da história espanhola. Introduziu máquinas de procedência alemã, a qual constava de Prensas e Tesouras para corte de papel. Em 1507 foi contratado pelo rei Dom Manuel de Portugal pra imprimir em Lisboa, uma coleção de leis. A partir deste instante, seu filho, Juan Cromberger, ficou a cargo da sucursal espanhola.

domina-Se que entre pai e filho conseguiram imprimir em torno de 293 livros, quase todos em língua castelhana. Juan de Zumárraga nasceu em 1486, em Durango, foi noviço dos franciscanos reformados (OFM) no convento de Pode. Os proveitos e monopólios surgem como meta e inevitabilidade de influências eclesiásticas a favor de um impressor que nesse direito as problemáticas do catecismo.

Em consequência a que a vitória colonial se deu acompanhada da vitória espiritual. Os primeiros evangelizadores se depararam com a barreira da linguagem, o que os levou a fazer a tarefa de compreender e compreender uma nova língua, com a intenção de conceder a conhecer a nova religião. Isso bem como se traduziu na elaboração de dicionários e catecismos bilíngües que se foram melhorando desta maneira que os frades franciscanos aprendiam as línguas aborígenes. Isso teria sido impensável sem o desenvolvimento e suporte de impressão. Portanto, é viável que os primeiros impressos de Juan Pablos constem de vocabulários de línguas indígenas e exposições de fé; requisitos necessários pro serviço da evangelização.

Embora, pra nosso revés, este tipo de impresso é carente de particularidade e seriedade fugaz pra tua época, levando-os a sumir de forma acelerada do registro vivo que queremos consultar para saber mais sobre os primórdios da imprensa no México. Em 1539 Juan Cromberger chega a um acordo com o Rei e o vice-rei Antonio de Mendoza pra começar uma imprensa no México. Para esta tarefa, recruta para o italiano Giovanni Pauli (Juan Pablos), que neste instante trabalhava para ele em seu ateliê encontrado na cidade de Sevilha (Espanha). Então, doze de junho de 1539 esses dois assinaram o contrato que estipulava a subordinação de Juan Pablos para a filial americana de Cromberger.

embarcou Juan Pablos, sua esposa Gerómina Gutiérrez, o cajista e prensista Gil Barbeiro e um escravo negro chamado da perda, juntamente com todos os utensílios necessários (papel, jornal, tinta, etc.) em navio de don Diego Martín. Cromeberger decidiu não investir um capital arriscado, por isso, que só concedeu a soma de 500 ducados pra organização.

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os encaminhados a esta organização se lhes entregou um material tipográfico modesto, a charada é que deu como efeito que as primeiras edições de Juan Pablos se empregassem gravados em desuso dentro da Europa. E as letrearías destinadas pra imprensa mexicana não passavam de 4 jogos góticos. Juan Pablos se comprometeu a imprimir 3000 folhas por dia sem gozo de salário, mas que depois de dez anos, de regresso a Sevilha, cobrar uma quinta parcela dos ganhos.

também Não Pablos teria permissão para participar em outro tipo de negócios dentro do território mexicano. Contudo, o alcance da imprensa regida por Juan Pablos foi muito limitado em seus primeiros anos. Portanto, era de se aguardar que os frutos tardaran em aparecer dentro de terras inexploradas pra este negócio. Os primeiros missionários entenderam bem que a evangelização só seria possível por intervenção de alfabetização ocidental, pra esse término, o instrumento foram as famosas cartilhas bilíngües. Continuarão livros de ensino filosófica e teológica como Recognitio (1554), Dialectica (1554) e Physica (1557) também impressas por Juan Pablos e consideradas obras-primas da tipografia novo-hispana.

É adicionado à lista Speculum coniugiorum (1556) de frei Alonso. Por último, cabe mencionar que foram encarregadas de Juan Pablos as leis da igreja católica mexicana, em 1556: Constituições do Arcebispado e província da muito renomado e muito leal cidade de Tenuxtitlán. Ao ter ante teu nome impresso, Juan Pablos contratou Antonio de Espinhos, fundidor de tipos e cortador de gravuras ou furador. Com esta ação e pedindo capital emprestado, iniciou um modo de modernização da empresa em relação ao utensílio tipográfico; imprimiu alguns livros da Universidade do México. Estatísticas da Torre, Ernesto, Breve história do livro no México, México, UNAM, 2009, p. 46.

o Mais complexo foi adquirir o reconhecimento por parcela das potências coloniais, sobretudo a França e o Reino Unido, que, ao inverso dos EUA, tinham interesses na área. Entretanto, Leopoldo soube aproveitar o confronto entre ambos os países para se safar. O Reino Unido manteve um velho contencioso com Portugal pela área da foz do Congo. A circunstância foi habilmente aproveitada por Leopoldo, que divulgou que o seu Estado Livre seria completa autonomia de comércio, ganhando por isso o favor da avaliação pública europeia.

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