Prisões 'perde' A Metade Dos Assassinos De Gênero Desta Década 2

Prisões ‘perde’ A Metade Dos Assassinos De Gênero Desta Década

A metade dos assassinos de gênero na última década não aparece em nenhuma estatística oficial. Instituições Penitenciárias (IIPP) atribui esta desaparecimento de um “erro estatístico” cometido ao contabilizar os presos preventivos com causas por crimes de agressividade de gênero em 2011 e em 2012. E garante que, no futuro, este bug é subsanará. Em Portugal, a pena mínima por homicídio ou homicídio é de 10 anos, bem que a média de condenação em ferocidade machista costuma ultrapassar os 15, de acordo com os especialistas. A Estratégia indica que, nos 10 anos que irão de 2003 a 2012 houve 658 assassinatos de gênero.

de acordo com a Estratégia, desses 658 autores, se suicidaram 119. Desse modo, e dada a condenação por assassinato ou homicídio, desde 2003 até ao encerramento de 2012 deve ter em prisão 539 homens. Vários participantes do Observatório, entre eles a Procuradoria de Sala e as empresas feministas, alertaram a Instituições Penitenciárias sobre isto este “buraco”. No entanto, não obtiveram resposta nunca, nem sequer que porção da explicação diga a um problema estatístico, de acordo com alguns dos habituais no Observatório.

Há inúmeros dias, um porta-voz do Ministério do Interior citou pro Mundo que alguns presos “poderiam” estar incluídos no número de internos “com a agressividade de gênero como única causa” e até já outros ter morrido ao longo da sua condenação. Interior, não ofereceu uma informação concreta, nem conversou de defeito estatístico algum, e encaminhou a esse jornal a entrar em contato com Igualdade, que é quem elaborou a Estratégia onde aparecem os detalhes. Agora, fontes do Ministério de Ana Mato afirmam que, pela reunião consumada em dezembro de 2013, o Plenário do Observatório “detectou-se a vivência de um possível erro”. O Ministério do Interior oferece que o defeito que afeta apenas esses dois anos e que os dados de 2010 estão corretos.

não obstante, esse jornal foi calculado a seqüência até este ano e ainda não é exata. Desde um de janeiro de 2003 até 31 de dezembro de 2010, o número de assassinos de gênero deveria ter sido de 441 (545 menos os 104 que se suicidaram). Mas IIPP contabilizou 201. Faltam 240. Ou melhor, mais da metade. Mas em uma etapa mínimo de 10 anos, isto é muito incomum”, diz a advogada Angela Alemany, ex-presidente de Mulheres Juristas Themis, um dos participantes do Observatório. Outras referências próximas a esse organismo sugestionam o tratamento real, que recebem os condenados por ferocidade de género.

  • R: “Esta procissão é a mais antiga Confraria.” Há que defender
  • 1997-1999: Neposedi
  • O manual
  • Obter superior interação bidirecional pra se conectar com os clientes
  • um Reforma no objeto 3
  • Devemos apoiar o Governo nesta capacidade, por causa de ele a todo o momento faz o mais bacana para seus cidadãos
  • Brasil: Fred: “Seria que show hein uma encerramento contra a Espanha”

Às vezes, as pessoas que propuseram as ótimas soluções são recompensadas. Em teu post, “O poder do crowdsourcing” (“Power of Crowdsourcing”), Matt H. Evans diz que “o crowdsourcing aproveita as ideias do universo, ajudando as corporações a trabalhar por intermédio de um procedimento de projeto rapidamente”. Isto costuma estar acessível a um gasto relativamente miúdo, pelo motivo de a gente está a toda a hora disposta a compartilhar suas ideias à escala mundial.

A diferença entre o crowdsourcing e a contratação externa comum (outsourcing) é que uma tarefa ou dificuldade é ela externaliza a um público indeterminado, em território de um organismo específico. A diferença entre o crowdsourcing e o código aberto é que a elaboração de código aberto é uma atividade cooperativa, iniciada e assumida voluntariamente pelos participantes do público.

a atividade de “crowdsourcing” o cliente inicia a actividade e o serviço podes ser efetuado de forma individual ou em grupo. Outras diferenças entre o código aberto e criação por intermédio de colaboração aberta distribuída, estão relacionadas com as motivações das pessoas em participar. O crowdsourcing também tem o potencial de ser um mecanismo de resolução de dificuldades para emprego governamental e sem fins lucrativos. O planejamento urbano e de trânsito são as principais áreas de “crowdsourcing”. Outra aplicação notável de “crowdsourcing” para resolução de dificuldades do governo norte-americano é o projeto de Revisão de Patentes por Pares (Peer to Patent Community Patent Review) do Escritório de Patentes e Marcas dos EUA

Numa entrevista Leah Devun perguntou Andrea Grover se os projectos de colaboração pela Internet tendem a ser diferentes dos projetos face a face. Grover declara que os indivíduos tendem a ser mais abertos, por causa de não estão sendo julgados ou analisados fisicamente. A enorme tempo, isto permite a construção de projectos artísticos bem desenhados, em razão de as pessoas são menos conscientes do evento de que seu serviço está sendo examinado. Em um lugar on-line se presta mais atenção ao projeto que a intercomunicação com os outros. Um exemplo importante de “crowdsourcing” pela Internet, mencionado também no livro originário de Howe, são os marcadores sociais (bem como denominado como rotulagem colaborativo).

os sistemas de marcadores sociais, os usuários etiquetas atribuídas aos recursos compartilhados com outros usuários, o que apresenta ambiente a um tipo de organização da dica que surge nesse procedimento de “crowdsourcing”. Outros exemplos consideráveis são os concursos de ideias. Forma diferente de colaboração é possível achar o termo crowdfunding, inspirado em “crowdsourcing”. O Teatro do Oprimido de Augusto Boal, apresenta os primeiros exemplos de “crowdsourcing” nas representações teatrais. Os modelos de Boal dão ênfase aos membros e à influência que tua colaboração tem em suas performances.

Em 1994, Northeast Consulting compilou uma base de dados de tendências no mercado. Esta base de detalhes foi compilada a começar por diversas referências, oferecendo um primeiro exemplo de “crowdsourcing”. O Internettunnel em Maastricht, Países Baixos, de Zwarts e Jansma Arquitetos e o artista Hans Muller são outro dos primeiros exemplos de crowdsourcing. Inaugurado em 1998, a gente podia alimentar o LED de visualização pela Internet com seus próprios textos.

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