Protocolo No Subsolo 2

Protocolo No Subsolo

Hernán Casciari propõe a toda semana, uma história de ficção em PAPEL. O texto está acessível com uma versão em áudio locutada pelo respectivo autor. E todos os domingos à tarde vai comentar teu post com os leitores através da internet. Ao inverso do que os seus donos, os cães cheiram droga são inteligentes e dóceis.

Eu nunca os tinha visto trabalhar, dessa maneira acreditava que os cães treinados, no momento em que cheiram uma mala suspeita, latem forte. E não é desta forma em tudo. O primeiro cão que farejou a minha mala, sentou-se e ficou parado. Esse é o sinal do crime: sentar-se imóvel. Quando isto ocorre, os policiais lhes brilham os olhos e ficam felizes.

Se tivessem cauda, a moverían. Gostam que seus animais de estimação dêem sinal de alerta, porque isso significa que eles conseguem dar início o protocolo. O protocolo de prisão por drogas no aeroporto de Peru é alucinante do começo ao final. Eu intuí, com toda a certeza do mundo, que o tópico vinha por a mala que havia faturado meia hora antes e que estava no porão da aeronave.

Sem dúvida, os cães tinham olfateado o aroma persistente de um saco de maconha que estava lá uma semana e que prontamente não existia. Saber isto me fascinou. Quero manifestar: saber inofensivo e limpo pareceu-me uma bênção, pelo motivo de eu sabia que tudo o que ia me passar, eu não estaria pintado por susto de ser preso, senão por deformação profissional do jornalista. Onde me levarão?

cada vez que descobrirão que foi um erro? vocês me dão fortemente pela bunda? o avião me espera ou terão que me dar outro voo? o conhecerei aos cães? Chegamos a um sucucho infame, de três por três, iluminado por uma fluorescente pálido. No meio da cena, como uma diva gorda de outros tempos, estava minha mala precintada. Me colocaram contra a parede e me disseram que eu deveria olhar pra mala. Olhei para ela como um pré-olha o fogo.

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O policial fez sinal e entrou no quarto um cão branco vistoso, de raça indefinida, que começou a oferecer voltas ao redor da mala. Depois da quarta volta, sentou-se. Assento do cão provocou murmúrios entre as autoridades. Após um sinal, entrou um policial novo; notava-se à légua que era de categoria superior, por causa de parecia mais irritado do que os outros. “Você Está de acordo com que abramos a sua mala de viagem? “. Disse-lhe que sim. “Ponha por escrito, olhando pra lá durante o tempo que assinatura”. Me deu um papel e me apontou uma câmera de vigilância na ponta da sala. “Não deixe de espiar”, me citou o superior.

Eu não pestañeaba. “De que cor são os táxis em Roma? “, me perguntou. Eu lhe falou que não tinha idéia. “Você não é italiano? “. “Eu tenho passaporte italiano, entretanto vivo em Barcelona”, falou. “O que distância há entre Barcelona e Madrid? “. “Seiscentos quilômetros, mais ou menos”. “De que cor são os táxis em Barcelona?

“. “Amarelos e negros”. Entendi que eu estava fazendo questões pra descobrir se o meu passaporte era incerto, ou se eu não era quem dizia ser. “O que veio ao Peru? “. “Para conceder uma palestra, sou escritor”. Minha mala estava enfim aberta. Eu tenho humilhação de minhas cuecas. Os três policiais fizeram entrar a um segundo cão, esse era preto; parecia cansado de sua rotina. O animal deu apenas 3 voltas em volta de minha mala e ficou muito frenético, com um grupo de camisas sujas. Mexeu a cauda de um par de vezes e sentou-se, imóvel.

Os murmúrios dos fardados eram êxtase puro. Dois conversaram, entre eles, um terceiro fez-lhe um sinal curto uma pessoa atrás da porta. Entrou um terceiro policial, de hierarquia infinitamente superior a cada um dos outros. Este novo tinha cabelos brancos nas têmporas, galões pela epaulette e a pele curtida por 1000 disputas. Dava pânico. Eu pensei: “Ele me pega. Ele me coloca de 4 e me pegar”. O novo funcionário me olhou de cima a nanico com menosprezo e argumentou: “nós Vamos ter que ver outra vez a sua mala”. Eu lhe disse que não tinha nenhum dificuldade.

Os quatro policiais de pequeno escala, começaram a tirar a roupa e a rever os bolsos, a assistir as páginas dos livros que eu tinha sido dado e a remexer em instrumentos musicais, que eram presentes pra minha filha. Mas não encontrou nada de ilegal em divisão nenhuma. “, me perguntou se decepcionar o comandante grisalhos.

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