Schott's Vocab, The New York Times 2

Schott’s Vocab, The New York Times

O carnismo é um conceito teórico utilizado por ativistas veganos. Refere-Se a uma suposta ideologia dominante cujos defensores se caracterizarían por consumir carne e defender a indispensabilidade de teu consumo. O termo “carnismo” foi cunhado a psicóloga social e ativista vegana Melanie Joy, em 2001, e o definiu como um “sistema de crenças ou um condicionamento que empurra a comer carne”. Segundo esta teoria, a aceitação do consumo de carne, como feito “natural”, “normal”, “obrigatório” e, às vezes, “agradável”, constitui a apoio da ideologia.

Uma característica considerável do carnismo é a classificação de apenas muitas espécies animais como alimento, e a aceitação de práticas com estes animais que se rejeitando-as como cruéis e inaceitáveis se aplica a algumas espécies. Esta classificação é relativa para cada cultura, com o que, tendo como exemplo, várias pessoas na Coréia comem cachorro, durante o tempo que este é considerado um animal de estimação no Ocidente. Além do mais, no Ocidente se come vaca, sempre que que em extenso parcela da Índia está protegida. Ao verificar a história do vegetarianismo e oposição ao mesmo, desde a Antiga Grécia até o presente, o perito em literatura Renan Larue encontrou alguns pontos recorrentes no que descreve como fundamentos carnistas.

Não vemos o comer carne como vemos o vegetarianismo como uma seleção, baseada numa série de princípios a respeito os animais, o nosso universo e nós mesmos. Mais bem, o bem por certo, o “natural” que fazer, como a todo o momento foram as coisas e sempre serão. Comemos animais, sem raciocinar a respeito do que estamos fazendo ou por que, em razão de o sistema de crenças que está subjacente a esse comportamento é invisível.

esse sistema de crenças invisível é o que eu chamo carnismo. Sandra Mahlke diz que o carnismo é o “ponto crítico do especismo”, em razão de o ingerir carne mobiliza a justificação ideológica de novas formas de investigação animal. Jeff Mannes escreve que o carnismo reside em um paradoxo entre os valores e as ações das pessoas: se opõem a matar animais, contudo comê-los.

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Argumenta que esse conflito leva a dissonância congnitica, que as pessoas tentam atenuar a começar por entorpecimento psíquico. O aparente combate entre pretender os animais e adotar dietas que exigem que sejam feridos foi chamado de “paradoxo da carne”. Há evidência empírica que sustenta a idéia de que o paradoxo da carne induz dissonância cognitiva no ocidentais.

Os ocidentais estão mais dispostos a consumir animais, que consideram ter menores capacidades mentais, e controversialmente, lhes atribuem menos faculdades mentais e menor posição moral. Outra estratégia é evitar a consideração da procedência dos produtos de origem animal. Joy coloca que é por isso que incertamente se serve animal com a cabeça ou novas partes inteiras do corpo humano. Joy introduziu a idéia de “três enes da justificação”. Escreveu que aqueles que consomem carne consideram o consumo como “normal, natural e indispensável”.

Ela argumenta que as “três enes” foram invocado pra explicar novas ideologias, como a escravidão e a negação ao voto feminino, e são amplamente reconhecidas como problemáticas apenas após que a ideologia que representam vem sendo desmantelada. O argumento sustenta que a gente está condicionada a ter fé que os humanos evoluíram para comer carne, o que se espera isso deles e que eles devem pra sobreviver ou ser fortes.

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