Suplemento Cronica 657 - Este Conto De Amor, Já Se Acabou 2

Suplemento Cronica 657 – Este Conto De Amor, Já Se Acabou

Um terrorista suicida faz explodir uma bomba perto do caminhão em que ele vai, no Iraque. Sofre muitas feridas terríveis que mudam a existência. A criança pega um voo pra San Antonio (Texas) pra poder estar próximo a seu namorado entrou no Brooke Army Medical Center, hospital do Exército.

Está lá por ele. Seus ferimentos são muito graves. Terá que sofrer imensas operações e ela seguirá em todo momento ao seu lado. Você vai passar um ano e meio antes de que possam regressar a Metamora. O regresso ao público se comemora como um triunfo. Ele é um herói e ela é sua heroína. O acordo entre eles é sólido como uma rocha.

Se casam. Então, ela tem vinte e um anos e ele, 24. O casamento acontece em sete de outubro de 2006 e a data declara-se de férias por todo o Estado. É o Dia de Renee e Tyler Ziegel. Crónica conta a sua história na primeira página, no dia quatrorze de janeiro de 2007. Em seguida, o artigo vai ganhar o prêmio Pulitzer.

Eles continuam: Pensam em possuir uma família. O amor tudo poderá. Quando comentei a outras pessoas que irei deslocar-se para Illinois acompanhar como continuam as coisas entre Ty e Renee, todos expressam tua curiosidade. Que tal lhes vai? Passou pouco mais de um ano. Eles Se divorciaram em janeiro, lhes apresentamos.

Reagem com surpresa e a incredulidade. O que aconteceu? Na sua voz há algo mais que curiosidade; há também decepção. Como se pra eles fosse alguma coisa pessoal. Como se lhes tivesse prometido um fim feliz e lhes tivessem dado gato por lebre. Metamora está a duas horas de automóvel de Chicago.

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É uma daquelas cidades pequenas em que nunca se vê ninguém. Há um dia de inverno, com um gelado de rachar. Ty, o soldado de rosto deformado, de 25 anos, atualmente, está pela cozinha de sua moradia, pela periferia, a por volta de 13 quilômetros do centro, é a residência que partilhava com Renee.

Aconteceu há 6 meses; levavam casados a menos de um ano. Continuam sendo bons amigos. Ty acredita que ela vive com “um cara”. O que não está bem ciente destas coisas, diz. Não se gosta de animosidade no momento em que fala dela. Há algumas fotografias emolduradas dos dois, rindo e atitudes carinhosas, antes de a bomba. O frigorífico está branco coberto de sombra na cor. Amigos, filhos de amigos e muitas imagens de um grupo de Ty com seus companheiros de pelotão antes que o hirieran.

Entre todas elas, há uma que se destaca em particular. Parece que Ty está pro que era seu, descansando no deserto. Não revela nenhum sentimento em sua voz no momento em que fixa o assistir na imagem e vê o porte que tinha antes. Explica que Renee colocou a imagem lá porque gostava. Estava em um veículo com outros seis infantes; haviam saído de patrulha nos arredores de al-Qaim, noroeste do Iraque, no momento em que um terrorista lançou o seu automóvel contra eles.

Agora, o seu braço esquerdo termina em um eixo; o amputou abaixo do cotovelo. Os dedos de sua mão direita saíram voando, ficaram-lhe apenas duas suspensão, e no território do polegar lhe implantaram o dedão de um pé. Ficou cego de um olho e lhe reventaron os ouvidos. Tem um pedaço de crânio implantado no tecido adiposo do tronco-a intenção é reutilizarlo no futuro – e um molde de plástico à proporção que o crânio, pra substituir a parte óssea que lhe inexistência.

Ainda tem estilhaços pela cabeça e um buraco que lhe passa a frente por cima das sobrancelhas. Recentemente, esteve hospitalizado por uma infecção dos seios frontais. O irmão menor de Ty, Zach, de vinte e dois anos, bem como é fuzileiro naval. Esteve no Iraque até março passado, destinado na mesma unidade que o seu irmão.

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