"Um Agente Alemão Me Quis Estrangular, Acho Que O Matei" 2

“Um Agente Alemão Me Quis Estrangular, Acho Que O Matei”

A mulher que sabia excessivo. Em “O encerramento de uma era” (Ediciones B) conta suas relações, a partir de Franco até Nixon, Reagan ou o rei Hassan, o cinema, o toureio e a existência cultural e social de Portugal. —Em 1943, a recrutaram pro escritório predecessora da CIA. Por que desejava ser espião com 21 anos? —Eu queria entrar na Segunda Guerra Mundial! Rabiaba. Me revoltava que as mulheres não pudessem deslocar-se pra frente. Aterricé em Espanha, onde, por ser um estado neutro, não aconteceria nada.

E Madrid foi o centro de espionagem internacional ao longo da Segunda Guerra Mundial! —Quais eram as tuas obrigações como espião? —Você usou alguma vez a sua arma? —Sim, uma vez que me atacaram. Quando você estiver em perigo, não tem tempo pra refletir no temor; você tem que reagir. Eu levava no saco uma arma pequena e pude desfrutar sempre que o meu adversário tentava estrangularme. E eu acredito que o matei. Atirar sem reflexionar e caiu no chão. Se você está tentando matá-lo estrangulándote, não tem tempo pra acreditar se você está fazendo bem ou mal. —Quem tentou estrangular, condessa?

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—Um agente dos alemães. Estavam todos com a inquietação de que estavam a destinar-se ao julgamento de Nuremberg, onde se pensava que os que tinham trabalhado pros nazistas estavam a ser executados. —Na Espanha, organizou-se uma célula de 15 mulheres. —E eu escolhi a militantes comunistas, porque os americanos nos diziam que tínhamos que utilizar agentes comunistas, por causa de os russos comunistas eram nossos aliados.

Eram mulheres bonitas. O meu superior feito sob encomenda era saber quem eram os mais proalemanes da sociedade espanhola. —Você a cortejou o toureiro Juan Belmonte. —Como se apaixonou pelo conde de Romanones? —Imediatamente, era diferente de todos. —O mantiveram o teu afeto em segredo? —Se não, me teriam enviado de volta aos EUA

—o que Um espião podes se apaixonar? —Quem deu o visto agradável a teu romance? —Seu avô, o conde de Romanones. —Seu marido passava várias horas com atrizes como Audrey Hepburn. Houve qualquer coisa entre eles? Todos estavam entusiasmados com o Luis, já que era muito interessante, engraçado. —E de Ava Gardner chegou a ter ciúme?

Eu me fiaba de Luis. Acho que tivemos um ótimo casamento. —O Ava lhe perdeu o álcool? —Sim, ela estava muito apaixonada por Frank Sinatra, no entanto ele lhe enganava. Ela era muito legal pessoa, muito distinto como a conhecemos “publicado”. —Quem é você Franco você vivia melhor? Assista hoje em dia como estamos!!

Na data, toda humanidade ia melhor; havia trabalho. Um dia um homem que começou comercializando jornais veio pra ensinar-me o seu carro, o seu Seat. O que me parece super Franco é que construiu uma enorme classe média. E não se pode possuir uma boa democracia sem essa vasto categoria média.

E hoje está sofrendo muito essa categoria média; faça —O desastre é que muitos de seus ministros não estão preparados para o serviço que têm entre mãos. E isto que eu não amo de criticar o Governo. —Você diz que os que se queixavam de Franco eram os que mais melhoraram depois. —Sim, sim. E é o mais excêntrico.

Franco instalou universidades e escolas montes em Portugal. —Conte o das perdizes de Franco e o duque de Windsor. Nas caçadas, os soldados de Franco-lhe roubaram perdizes ao duque, e o general não sabia que estavam fazendo. Franco era um caçador de perdizes super, dos melhores.

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