Viciados Em Sexo: A Angústia De Quem Não Pode Tirá-Lo Da Cabeça 2

Viciados Em Sexo: A Angústia De Quem Não Pode Tirá-Lo Da Cabeça

A história do cinema, tem demonstrado um vasto interesse nessa tipologia humana, protagonistas que vêem como suas existências estão desintegrando-se pelo que os outros pagariam por ter em pequenas doses: desejo. Da Torre, e também conceder voz aos que sofrem desse distúrbio, pretende-se também, segundo suas próprias frases, “fazer uma observação psicológica do por que isso acontece”. Xavier Pujols é co-diretor do Instituto de Sexologia de Barcelona, e também psicólogo clínico e terapeuta sexual com uma vasto experiência pela hora de tratar pacientes com esta dependência. Segundo ele, a linha que separa um entusiasta do sexo de outro que padece de vício é grossa, explícito e facilmente identificável.

“A enorme diferença está em que o viciado não chega a desfrutar do sexo, perde prontamente a cota lúdica e hedonista. A sexualidade de imediato ficou um impulso que não conseguem parar e, após o sexo não se sentem reconfortados, no entanto que experimentam sentimentos de responsabilidade e arrependimento. Geralmente, as conseqüências desta obsessão chegam a afetar a existência laboral e familiar dos que a sofrem”. A ninfomanía era prima irmã da doença mental até não há muito pela história da humanidade, daí que possa ser tão penoso encontrar uma mulher que aceite a tua obsessão pelo sexo.

  • Ser simpática. Trata-Se de ser charmoso, interessante, charmoso e educado
  • Stephen Schofield: fotografia
  • “Me disseram que você era um cara muito simpático, entretanto eu acho que você é mais do que isto.”
  • Registado: 28 set 2005
  • Se você caiu! – O que é isto? – Uma pétala
  • Miss Me A Little More – Registrada e não publicada
  • Capítulo 3×156 (635) – “A Última Surpresa De Carlos”

A não inclusão do depoimento de um viciado, no livro de José Manuel de la Torre, não é casual e Pujols reconhece que nunca foi tratado a uma mulher com esse tipo de patologia. A imagem de um viciado em sexo dista muito do que cada alheio a esta problemática possa idealizar. Pessoas com agendas, em que combinar muitos encontros sexuais por dia com pessoas diferentes.

“isso é muito complicado”, reconhece Pujols. “Se tuas relações sexuais envolvem a outra pessoa, não é sempre que é simples ter diversas por dia. Pode-Se recorrer à prostituição, todavia a alongado período é muito caro. O mais comum é que o cidadão recupere o teu vício da masturbação e da pornografia.

Não se trata de quantas vezes por dia podes chegar a fazê-lo um viciado em sexo, contudo de que a tua mente não poderá meditar em outra coisa. A diferença com outros vícios é que ela afeta uma área da pessoa que é um direito e que, além do mais, é desejável, saudável e faz crescer o indivíduo, como é a sexualidade.

Algo que a relaciona um tanto com os transtornos alimentares, anorexia e bulimia. Mas, outra vez, lá existe uma substância exterior, a comida, também, nem sempre é bom, ou saudável, e que nos tenta constantemente”. Quadro de ‘Diário de uma ninfomaníaca’. Mas, se fazer e aprofunda-se, no fundo de toda vício há outros fatores, como uma família tóxica ou ausente, como conta no livro Santi, de 51 anos. Sua história nasce em um lar sem amor, brota com uma homossexualidade desconsiderada pelos seus pais, cresce com um vício o carinho e se torna robusto com a outra no sexo.

Às vezes, existe um passado de maus-tratos ou assédio escolar, como ocorre a Dani, de vinte e sete anos, viciado em pornografia infantil. Para um estudante com uma auto-estima feita em pedaços é custoso se aproximar das garotas de tua idade, todavia paquera pela Internet é muito menos difícil. “A minha sexualidade era cada vez maior e os bate-papos que me davam uma saída.

Ademais, comecei a notar que, pra mim, era menos difícil expor com as moças mais jovens. Mas pela pessoa era muito vergonhoso, no plano virtual era bem mais lançado”, diz Dani Viciados das sombras. Outras vezes, o sexo compulsivo é a única forma que acha para cortar o stress e a única coisa que lhe há poder suportar as reuniões e a pressão do serviço.

É o caso de um dos depoimentos do livro, Carlos, 38 anos, ex-político, cuja mãe mantinha uma conexão de dependência com o sexo e a comida, ao mesmo tempo que acumula fãs, com o beneplácito de teu marido. De acordo com Xavier Pujols, “esta dependência é muito democrática e não há distinção de idade ou categoria social.

O tratamento desta dependência, nas expressões de Pujols, “é, fundamentalmente, uma terapia psicológica, apesar de que às vezes podes ser tomado emocional, se você acha que necessita. O procedimento mais famoso é o de os 12 passos que imita o que é usado em alcoólicos anônimos: diferenciar o vício, buscar assistência, tentar reparar o prejuízo causado, auxiliar outros pela mesma ocorrência. (…)”.

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